O Sem-nome’

Entre as costelas, uma flor

com pétalas grandes se abriu;

às vezes parece dor

às vezes só calor

às vezes um oco frio.

Falta sustentação.

Deitar, soltar o peso, flutuar.

Todo peso torna-se leve.

A cabeça solta para trás

Quer se encontrar

com a outra ponta

e ao círculo voltar.

Ondas vindo afogar.

Medo, morro?

Ou mais vivo?

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