Vou; venha

 Colher o pomo de adão de seu

Pomar de prazeres impensáveis.

 

Escale o monte e depois, cansado,

Se enterre na cova que de Vênus nasce!

 

Podar a planta do meu pé para alçar voo

E atingir o céu estrelado de sua boca.

 

Atravessar a maçã do rosto com seus dentes

Até fazer brotar a fonte de meus olhos d’água.

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