Hélio Oiticica

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O documentário brasileiro “Hélio Oiticica”, dirigido pelo cineasta César Oiticica Filho (sobrinho de Hélio), foi premiado no 63º Festival de Berlim, pela Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci), na última sexta-feira (15), no Festival de Berlim.

O filme é uma das únicas maneiras de ver alguns dos trabalhos do artista plástico, pois várias de suas obras foram destruídas em 2009, durante um incêndio que atingiu a residência de seus familiares e o acervo de Hélio, localizado na mesma.

Helio Oiticica” foi exibido na seção Fórum do 63º Festival Internacional de Cinema de Berlim. O filme foi duplamente premiado no festival: ganhou, na última sexta-feira (15), além prêmio FIPRESCI, o prêmio Caligari, concedido pela revista alemã Film Dienst a obras inovadoras em termos de estilo e de temática, essa premiação é entregue aos filmes conhecidos como experimentais.

O longa contou com uma longa e detalhada pesquisa de imagens…

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Henri de Toulouse-Lautrec

Lautrec é um dos que mais merecem engajar-se neste boteco, teria inventado uma bebida chamada “Tremblement de Terre” (terremoto): uma mistura potente de 1/2 parte de absinto e 1/2 parte de conhaque, servido em copo de vinho sobre cubos de gelo ou batido com gelo em coqueteleira.

É claro que ao beber isso e contrair sífilis não conseguiria passar dos 36 anos, infelizmente. O que ele poderia ter feito se vivesse um bocadinho mais?

Veja mais aqui Henri de Toulouse-Lautrec.

O que importa

Pouco importa se isto

vem do suor dos escravos

Ou das lágrimas fingidas dos nobres!

Que me importa se a origem disto
é o lodo fosco do pântano

Ou o brilho reluzente
do ouro e do diamante?

Que importância há se isto
brota do êxtase de um santo

Ou da humilhação
de um rejeitado amante?

Do néctar das flores
ou do pus dos ferimentos
de um mendigo?

Se isto foi extraído do sangue
de uma presa abatida,

Do frescor ou da podridão?

Se do belo corpo ou da carcaça?

Quem dá mais importância à pedreira de onde

O escultor retirou a pedra, do que à vida

que ele arrancou de dentro dela

Nasceu cego, mas não sabe!

Camille Claudel
Camille Claudel

O Nada

Thaís de Godoy
Nada se extingue.
Tudo o que há
É um reflexo
Do que já houve.
O que já houve
São ecos ressoando
No presente...


Se aqui ninguém
Seu tinir ouve,
É porque nada,
Na dor de um ser ausente,
Se distingue.


19 de junho de 2007