Morto

de Ricardo Costa   Penso que nasci morto Vivi meio que morto No ponto morto Me fiz de morto Vivo-morto já é um morto Vivo pode ser morto Morto não pode ser morto Mas morto é morto Se morno não está morto Se frio talvez quase morto Gelado, com certeza morto Amarelo encerado é um …

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À sua mulher antes de casar

Para quem é da área de Letras e não tem ideia para fazer um projeto de mestrado, aí vai uma sugestão: o poema da Florbela Espanca, "Para quê?" publicado anteriormente, tem uma relação de intertextualidade com o poema abaixo de Gregório da Matos. Se ela o leu ou não é preciso investigar, de qualquer maneira, …

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