SONETO LXXXII

É BOM, amor, sentir-te perto de mim na noite, invisível em teu sonho, seriamente noturna, enquanto eu desenrolo minhas preocupações como se fossem redes confundidas. Ausente, pelos sonhos teu coração navega, mas teu corpo assim abandonado respira buscando-me sem ver-me, completando meu sonho como uma planta que se duplica na sombra. Erguida, serás outras que viverá amanhã, mas das fronteiras …

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