Na noite calada, quando o silêncio visita as moradas, um ladrão invadiu o sossego do meu sono.
Depôs seus bens ao chão.
Ajoelhou-se sobre a criança, que volto a ser, quando durmo.
Desnudou meu sono, sem se importar em violar-me os olhos puros.
Num susto, acordo, mas já foge longe meu ladrão de sonhos.
![[SCM]actwin,11,11,16,16;](https://poeticadebotequim.com/wp-content/uploads/2012/09/henryfuseli-suic3a7a-1741-1825o-pesadelo-1781-ost-102x126instituto-de-belas-artes-de-detroit-eua.jpg?w=504&h=403)