Revista Sincronistas – 1ª Edição

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A Revista Sincronistas reúne textos e ilustrações das nossas artistas, celebrando o talento das mulheres da nossa região.

Para a primeira edição, escolhemos o tema “Sincronicidade”,  força essencial para o nosso encontro e união, e que nos impulsiona até nossos objetivos. Os textos e artes falam sobre o conceito de sincronicidade, os acasos improváveis e o destino, questão que nos instiga e tira o nosso sono.

As edições da Revista Sincronistas serão bimestrais, sempre com a participação das integrantes do coletivo e de convidadas.

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Confira abaixo a capa da nossa edição de estreia.

capa revista1

A próxima edição sairá na segunda semana de março/2018.

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A limpeza étnica da Palestina

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DANIEL AVELAR
DE SÃO PAULO
27/04/2017 07h00

Israel não conseguirá manter o sistema ideológico que o sustenta para sempre. Quem faz o prognóstico é o historiador israelense Ilan Pappé.

Estamos em uma encruzilhada: as pessoas em Israel sabem do que o país fez no passado e faz no presente, mas a maioria ainda aceita isso e parece não se importar”, afirma o historiador, para quem pressões externas e “novas gerações” provocarão mudanças em Israel.

Pappé, 62, é um dos principais nomes dos chamados “novos historiadores israelenses”, grupo que analisa criticamente os eventos que levaram à fundação do Estado de Israel, em 1948, a partir do estudo de arquivos militares mantidos em sigilo até a década de 1980.

Ele escreveu o livro “A Limpeza Étnica na Palestina”, no qual argumenta que houve um processo planejado de expulsão e massacre de milhares de palestinos que viviam no território que…

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DIFICULDADES NO ENSINO DE LITERATURA — escritor958

Agência FAPESP – Por meio da análise de trabalhos acadêmicos realizados entre 1975 e 2004 e de estudos quantitativos e qualitativos com professores de português que lecionam no Ensino Médio da rede pública da cidade de São Paulo, a pesquisadora Gabriella Rodella de Oliveira, mestre em Linguagem e Educação pela Faculdade de Educação da Universidade […]

via DIFICULDADES NO ENSINO DE LITERATURA — escritor958

Revista Sincronistas – 2ª Edição

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A segunda edição da Revista Sincronistas já está disponível para os assinantes da newsletter.

Nesse mês das mulheres, a revista traz, em palavras, traços e cores, reflexões sobre feminilidade, feminismo, abuso, violência, desejo, sentidos e dimensões do que é ser mulher.

Que nesse momento de transformações sociais, possamos dialogar cada vez mais sobre feminismo, gênero e sexo, igualdade, respeito e parceria, buscando um mundo sem a opressão do machismo.

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Confira a capa dessa edição, ilustrada pela nossa sincronista Gisela Zaffalon (Gisme).

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A próxima edição está prevista para a segunda semana de maio/2018.

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Revista Sincronistas – 3ª Edição

Saiu a 3ª edição da Revista Sincronistas, cujo tema é o Trabalho, em homenagem ao dia 1º de Maio. O coletivo Sincronistas é composto por escritoras do Vale do Paraíba, com a  colaboração da ilustradora Alcy de Godoy da cidade de São Paulo.

capa revista 3

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Trabalho. Palavra tão pequena, mas com tão grandes implicações. Em nossa sociedade, é algo que nos define, que nos acompanha até a velhice, tão emaranhado em nossas vidas que fica difícil imaginar uma existência sem a obrigatoriedade de produzir algo.

Enquanto assistimos ao sucateamento dos direitos trabalhistas, à exploração desenfreada (dos seres humanos e da natureza) em nome do dinheiro, a pergunta que fica é: o que podemos fazer para mudar esse cenário? Embora não tenhamos as respostas, fazemos o que está ao nosso alcance, lutando com palavras, com a nossa arte e com resistência.

Na 3ª edição de nossa revista, abordamos o tema do trabalho sob diversos aspectos, trazendo reflexões sobre o papel da mulher trabalhadora, mães e o mercado de trabalho, desigualdade de gênero no trabalho, entre outros.

Esperamos que essa…

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Mancebo

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Jacó trabalhou como pastor para Labão

Durante sete anos para merecer a mão

de sua filha Raquel, serrana bela.

Mas se não a visse novamente,

antes de a Terra girar quatro

vezes mais ao redor do Sol,

Jacó, dela, se lembraria?

Tudo o que os olhos não viram,

naquela época remota da juventude,

o peito, agora maduro, ainda desejaria?

Nosso menino, ao crescer, nem das saias

De sua impúbere menina se esqueceu.

Ao contrário do pai de Raquel _que não

premiou Jacó, matando-o por dentro

ao entregar-lhe a outra filha mais velha, Lia,

_ o remendo das pontas soltas da vida

É o presente que receberá por sua espera.

Febre de mancebo dura a vida toda!

06-09-2012

Contraponto a:

Trecho do texto de Gian Luca para ler o texto completo acesso o link – Clamor do Sexo

Poema de Wordsworth declamado por Deani no fim do filme:

“What though the…

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Poesia II

Recordando meu estado confuso de seis anos atrás.

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Jaraguá, exata 1980, de Evandro Carlos Martins

O espírito da poesia me acordou?

Ou escrevo para poder dormir?

Ou será que estou com fome?

Leite morno, biscoito Nestlè Classic Duo!

Calmantes conseguem explicar

E entender o que sentimos?

Só dá para identificar com

Certeza aquilo que dói

porque o pretérito imperfeito

é o meu tempo.

22 de novembro de 2012.

 

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Sobrecarga

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Emoções em alta voltagem

Há um fio desencapado provocando faíscas no escuro.
O atrito das partículas que desencadeiam tais fagulhas zumbem e zunem como abelhas iluminadas.
Um chiado intermitente rouba o sono de toda a casa.

Toda vez que esse fio roça em algo metálico, o chiado retorna e desperta os viventes. É um grito inanimado, um curto-circuito. Todos acordam, buscando, desesperados, a origem dos ruídos. É preciso impedir que a eletricidade se alastre, impedir o incêndio, a desgraça.

Cuidando para não serem eletrocutados, os moradores apalpam às cegas o breu, tropeçam em objetos, memórias, em si mesmos, a urgência apressando seus passos para defender a residência em perigo. E embora haja o risco de serem mortos pela descarga elétrica, seguem, sonâmbulos, a trilha da eletricidade.

Até que um deles, após muito tatear, encontra o quadro de força e o desliga. Um outro chiado, de fósforo riscado, rompe o silêncio e…

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Tem dias

Avatar de Helen CoppiColetivo Sincronistas

Tem dias

Tem dias que tudo é esquisito…
Tem dias que nada quer fazer sentido:
o normal se desfaz em um mar de paradoxos.

Tem dias que eu não quero limpar a mesa,
e nem lavar a louça.

Tem dias que as lembranças me laçam pelo pescoço,
se enrolam pelo meu corpo, me possuem
me enlouquecem, arrancam meus suspiros, e se vão.

Tem dias que quero fumar um cigarro
encher o pulmão de veneno
para matar o que lacera por dentro…

Tem dias que está tudo bem, muito bem
mas algo ruim está sempre soprando
um bafo quente e pesado na nuca.

Tem dias que o choro acontece,
a língua endurece,
a boca emudece,
mas o coração não estremece…

Tem dias, e eu faço que tudo bem,
que a tempestade se faz e inunda minha alma.
Um rodemoinho violento me engole, tudo defaz.
No meu rosto, nada demais.

Tem dias, e isso todo mundo e todos os dias,
que ninguém conhece o turbilhão que vive
por trás da iris de cada um.

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Da série: mitos sobre o feminismo – final (provisório)

Avatar de Karla TEscritos Feministas

Conclusão da épica batalha contra algumas afirmações preconceituosas para desqualificar a luta feminista, que comecei aqui e aqui.

“Fim da Lei Maria da Penha! Homens também sofrem violência doméstica, vamos protegê-los!”

Em primeiro lugar, temos que entender que a violência doméstica contra a mulher não se trata de um ou outro caso isolado que só acontece entre gente ignorante. Trata-se de algo generalizado, que ocorre em níveis assustadoramente altos em todas as classes sociais e  em vários países, inclusive os ditos desenvolvidos . Não faz muito tempo, um homem poderia matar a esposa que o traísse sem enfrentar consequências legais, pois isso era considerado um crime passional feito em defesa da honra do indivíduo (mais informações aqui). Outro indicador de que a violência contra a mulher é um mal generalizado e ocorre há muito tempo é que uma das primeiras bandeiras feministas no Brasil foi resumida no slogan “quem…

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De Zukov à Nova Guerra Fria

Avatar de Marcos A. da Silvamaterialismo histórico-geográfico

A Eurasia – Rivsista di Studi Geopolitici divulgou hoje um interessante artigo voltado à temática das bases militares que os EUA (ao lado da OTAN) mantém no continente europeu, na bacia do Mediterrâneo e no que os europeus chamam o Oriente Próximo (cerca de 30 bases na Grã-Bretanha, 70 na Alemanha, 111 na Itália, e por aí vai… Veja-se aqui). O artigo é de 2005, mas nem por isso desatualizado.

Não faz muito tempo um professor de nossa área de trabalho — um geógrafo, pois — , referindo-se a uma região por ele visitada na Europa, muito comodamente me dizia que era a população local que desejava as bases militares estadunidenses em seu território, até por que elas deixavam recursos que de outro modo não poderiam ser obtidos, dada a pobreza regional.

Para além de uma pobre visão da União Européia, nada crítica do projeto de Europa que…

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