6 poemas de Jacques Prévert

Silviano Santiago O bailado velado Na encruzilhada impossível da imobilidade uma turba de objetos inertes não consegue parar de se mover fremir dançar E os carteiros do vento como os do mar espalham a correspondência aqui e lá Cada coisa sem dúvida se destina a alguém        ou a alguma coisa talvez A pluma da …

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