31ª Bienal de São Paulo: reflexões sobre os tabus de nosso tempo

Cultura no Prato

Quando as grandes utopias da humanidade nasceram, em algum momento da história exerceram influência na vida social. Ao adentrar a 31ª Bienal de São Paulo, o visitante se depara com a pintura Mapa, do chinês Qiu Zhijie, um imenso desenho que reúne os lugares onde as ideologias nasceram. O tema poético da edição deste ano, How To Talk About Things That Don’t Exist Como Falar Sobre Coisas Que Não Existem –, inclusive, sugere que questionemos esses pensamentos, sejam eles existentes ou não, aplicáveis ou não. Mas, ao entrar em contato com as demais obras e instalações expostas no evento, arrisco dizer que tal temática pode ser interpretada como oposição aos tabus da sociedade e suas inúmeras facetas, como as doutrinas religiosas, a indústria cultural e as microinstituições de poder – usando um termo foucaultiano – que policiam e moldam a vida do ser humano alienado na engrenagem…

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